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Nossos Tratamentos

As técnicas de reprodução assistida são indicadas tanto para casais com dificuldades de conseguir a gravidez por causas de infertilidade feminina, masculina ou de ambas, quanto para mulheres ou homens sem parceiro sexual que desejam ter filhos e casais homoafetivos.

  • Coito Programado
  • Inseminação Intrauterina
  • Fertilização in Vitro
  • Doações de embriões
  • Doação de Óvulos e Sêmen
  • Gestação com útero de substituição
  • Criopreservação de embriões
  • Criopreservação de óvulos
  • Criopreservação de Sêmen
  • Estudo genético embrionário

Estudo genético embrionário

O estudo genético embrionário é um procedimento realizado para diagnosticar doenças genéticas nos embriões antes da transferência deles para a cavidade do útero. O exame é realizado nos embriões obtidos nos ciclos de reprodução humana assistida, geralmente após 5 a 6 dias da fertilização. O procedimento consiste em retirar algumas células do embrião (biópsia embrionária), que permanece congelado até a liberação do resultado pelo geneticista. Após as informações fornecidas pelo laboratório de genética, o embriologista da clínica identifica e seleciona os embriões saudáveis para a transferência embrionária. 

Criopreservação

– Criopreservação de Sêmen
– Criopreservação de óvulos
– Criopreservaçã de embriões

A criopreservação é o congelamento de óvulos, tecido ovariano, espermatozoides e embriões e é realizada para que sejam usados novamente depois de certo período de tempo.
Antes de tudo é necessário fazer a coleta dos espermatozoides e óvulos que serão criopreservados. No caso dos gametas masculinos isso é feito principalmente através da masturbação.
No caso das mulheres, primeiro é preciso se submeter a uma indução de ovulação. A coleta é um procedimento cirúrgico simples que requer uma sedação e dura em média 20 minutos. Trata-se de uma punção transvaginal guiada por ultrassom.

Gestação com útero de substituição

O tratamento, popularmente conhecido como barriga de aluguel, é recomendado para casos em que a mulher não pode portar a gestação. A recomendação mais comum é quando há perda do útero. Se a mulher tiver infertilidade, alguma doença uterina, perdas gestacionais repetidas ou problemas cardiológicos graves também pode haver indicação. Além disso, esse tratamento também é indicado para casais homoafetivos do sexo masculino.

No caso de casais heterossexuais que optam pelo “útero de substituição” deverão se submeter ao tratamento de fertilização in vitro para a formação de embriões. Depois desse processo, os embriões serão transferidos para o útero de uma doadora temporária, que fará a gestação do bebê.
É importante salientar que a mulher que está doando temporariamente o útero deve ter vínculo parental com um dos cônjuges.

Doação de Óvulos e Sêmen

O Conselho Federal de Medicina estabeleceu que mulheres entre 18 e 35 anos com bom estado de saúde e sem nenhuma alteração genética pode se tornar doadora de óvulos para outras mulheres. Desde que essa seja uma prática totalmente voluntária, ou seja, sem fins lucrativos.

A doação de óvulos deve ser utilizada nas seguintes situações:
A – Ausência de óvulos (menopausa precoce, exérese de ovários por tumor, agenesia ovariana, endometriose severa com destruição do parênquima ovariano, etc.);
B – Reserva ovariana baixa e repetidos insucessos de FIV/ICSI devido à pequena quantidade e/ou má qualidade dos óvulos;
C – Doenças genéticas que impossibilitem o uso dos próprios óvulos.
D – Casais homoafetivos masculino.

A doação de sêmen ou espermatozoides é indicada quando há falta ou alteração importante na qualidade dos gametas. O processo de doação ocorre somente a partir de um banco de sêmen, o qual o doador passa por uma série de exames. Após aprovação, o sêmen é armazenado em nitrogênio líquido no laboratório e as informações sobre as características físicas (fenotípicas) são colocadas à disposição do paciente (receptor).

Doações de Embriões

doação de embriões Este é um procedimento indicado para mulheres que não têm óvulos em quantidade e/ou qualidade e desejam a gestação independente ou casais que possuem fatores de infertilidade associados à qualidade ou quantidade de gametas (óvulos e espermatozoides), neste caso pode-se optar por fazer a transferência de embrião congelado doado. O casal que doou o embrião não deve conhecer o casal ou mulher que vai recebê-lo, já que no Brasil a doação de gametas e embriões é anônima. Além disso, não pode haver troca financeira entre doador-receptor.

Fertilização in Vitro

A fertilização in vitro é uma técnica de reprodução assistida que promove o encontro do óvulo com o espermatozóide fora do útero – é o famoso bebê de proveta. O tratamento consiste em realizar a fecundação do óvulo com o espermatozoide no laboratório de embriologia; um processo in vitro que requer o cultivo em laboratório para permitir a observação do correto desenvolvimento dos embriões e posterior transferência ao útero materno para a confirmação da gravidez.

Inseminação Intrauterina

Técnica simples, não requer nenhum tipo de anestesia, consiste no preparo e na capacitação do sêmen em laboratório, para, posteriormente, ser colocado através de cateter no interior da cavidade uterina, no momento da ovulação. A técnica é indicada nos casos de fator masculino leve, na infertilidade sem causa aparente (ISCA), na falha de coito programado ou para utilização de sêmen congelado ou de doador. A integridade das trompas é um dos requisitos para realização desta técnica. Pode ser necessária mais de uma inseminação por ciclo.

Coito Programado

coito programado é um método de fertilização que utiliza medicamentos para estimular a produção de óvulos na mulher, programando a ovulação e assim aumentando as chances de engravidar. Depois que o procedimento é feito, o casal se programa para ter a relação sexual nesse período em que a mulher produz mais óvulos. A monitoração também fornece dados confirmatórios da ruptura folicular e das características do corpo lúteo, na segunda fase do ciclo.